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Quatro oportunidades desta crise

Invista contra a crise! Faça isto de diversas maneiras, não só para evitar problemas, mas também para aproveitar as oportunidades que sempre aparecem nestes momentos. Invista seu tempo, reveja seu orçamento, qualquer economia é relevante. Fuja de novas dívidas. Diminua e liquide saldos devedores. Mantenha o controle dos gastos. Com as taxas de juros na estratosfera, há dois caminhos evidentes: “enforcar-se” ou ganhar com os juros. É hora de colocar o dinheiro para trabalhar. Como? Seguem quatro oportunidades. Anote:





Com a Selic a 14,25% ao ano, a primeira oportunidade são investimentos em renda fixa. O cenário favorece as aplicações em títulos com prazos mais longos, baixo risco e alta rentabilidade, como CDBs, LCs, LCIs e LCAs. Existem produtos com rendimento líquido de mais de 1% ao mês. Pesquise, há investimentos semelhantes, mas com taxas bastante diferentes. Isso fará toda a diferença na rentabilidade final. Na Órama, por exemplo, não há taxa de custódia.





A segunda oportunidade são os títulos pós-fixados do Tesouro, aplicações de baixíssimo risco, ou os fundos que investem nesses títulos. Avalie os custos antes de se decidir. Quando investimos em títulos do governo, por exemplo, pagamos taxas de custódia, corretagem etc. No final, pode não chegar na mão do cliente a rentabilidade completa do CDI. Alguns fundos que investem nesses títulos chegam a cobrar taxas de 5% de administração ao ano. “A taxa do Órama DI Tesouro Master é de apenas 0,3% ao ano, e a aplicação mínima inicial é de R$ 1 mil. Esta taxa é muitas vezes menor do que o custo da compra e manutenção do título pelo cliente”, ressalta Sandra Blanco, consultora de investimentos.





Proteger-se da elevada inflação é a terceira oportunidade, possibilitada por fundos que acompanham o IPCA mais uma taxa de juros. Alguns fundos, porém, possuem em suas carteiras títulos com prazos muito longos, o que gera mais oscilações nas rentabilidades desses. Prefira carteiras compostas por títulos com vencimentos mais curtos, de até três anos, como o Órama Inflação, com uma taxa de administração de apenas 0,30% ao ano.





E, por fim, temos que pensar para além da instabilidade econômica. Para o médio e longo prazos, a indicação são fundos que aplicam em ativos no exterior: moedas, títulos soberanos e ações. Nem sempre é preciso um aporte inicial elevado, dependendo de onde você vai aplicar. O Órama Gávea Macro tem aplicação mínima de apenas R$ 1 mil.





Dedicamos tanto tempo para o trabalho, por que não separar poucas horas para decidir o que fazer com o fruto deste trabalho? “É preciso investir na educação financeira, só assim o cliente tem subsídios para tomar decisões com segurança”, explica a consultora Sandra Blanco, destacando que no portal da Órama, além de várias alternativas de investimento, o investidor tem à sua disposição simuladores, comparações, vídeos educativos e eBooks.





A campanha #invistacontracrise da Órama tem diversos conteúdos que podem ajudar a fazer o seu dinheiro render melhor, de acordo com o que você precisa.


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